Veja AQUI o capítulo III
O Daniel é o mais novo dos meus Joes -tem uns que ainda não apareceram no Blog (uma galera!). Ele é, na verdade, um "private" americano. Porém, como eu promovo todo o mundo, ele virou mais um oficial subalterno no Blog. Os Joes não aprovam muito isso porque, sem graduados e soldados, eles mesmos tem que fazer tudo no QG (o que, guardadas as proporções, não é muito diferente do que acontece na realidade).
- Esse Joe é um DID, um dos mais recentes lançados por esse "selo". Esses novos lançamentos têm se esmerado na escultura dos rostos dos Joes (veja o Gilbert Roe, o Dirk Kluge(o Bond do QG) e o próprio Daniel., e nos acessórios que acompanham os bonecos, o que os torna, é claro, mais caros.
Mas eu comprei o boneco "deboxed" e algumas roupas dele em separado - o que sai bem mais em conta (tipo 70 dólares mais barato) já que meu objetivo não é exposição ou coleção.
A ata, vocês sabem, é de responsabilidade do mais moderno que estiver sentado à mesa.
- Ata de reunião é um troço que eu sempre odiei fazer (falo mermo!). Não sei se com um notebook e tals fica mais agradável porque, na munheca, é muito chato.
Pensando bem, talvez seja porque eu não goste muito de escrever (Acho que é por isso que a minha caligrafia é uma merda).
N.E: O Coronel Schönberg trata seus subordinados por "Kinder" - "crianças, garotos, filhos" em alemão. Já havia mencionado isso antes, mas eu não comentei que eu uso aqui como uma espécie de homenagem a alguns generais alemães.
- Segundo Antony Beevor, em "Berlim 1945. A queda": " Quando os generais alemães dirigiam-se aos seus homens com um tom familiar, chamavam-nos de "Kinder" - crianças, filhos. Isto vinha de um sentimento prussiano de paternalismo que se estendia ao Estado todo. "O soldado é o filho do povo", disse o general von Blumentritt no fim da guerra, mas qualquer idéia de vínculo familiar entre a sociedade militar e a civil era, na época, no máximo um excesso de otimismo."
Continua.

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